Norte, Centro-Oeste e Nordeste têm novas áreas de seca grave, segundo Inmet


Monitor de Secas indicou a surgimento de áreas em Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Bahia e Piauí

De novembro para dezembro, o Monitor de Secas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicou a alteração de áreas com seca nos estados da região Norte e Centro-Oeste. A análise apontou o surgimento de áreas com seca excepcional no sul de Rondônia e oeste e noroeste de Mato Grosso e de uma área com seca grave no centro do Tocantins.

Na região Nordeste, aumentaram as áreas com seca grave, com expansão para o oeste da Bahia e sul do Piauí. Também foi registrado o surgimento de área com seca extrema no centro-sul da Bahia

A análise mostrou que as chuvas observadas no período contribuíram para a elevação nos níveis de umidade no solo em grande parte do Brasil, principalmente no sul da Região Norte.

A previsão do armazenamento de água no solo para o mês de fevereiro de 2024 indica uma manutenção da umidade no solo

Seca extrema
O estudo destaca que as chuvas bastante acima da normalidade tiveram impacto significativo na vazante de diversas bacias hidrológicas. Com a seca, houve o isolamento e desabastecimento de municípios e comunidades.

No Norte, 138 municípios estão em situação de emergência reconhecida por esta Secretaria na região. Ao total, foram liberados R$ 108 milhões para metas de alimentação, água potável e apoio logístico de entrega nos estados.

Níveis dos rios
Entre os rios afluentes do rio Amazonas, com cotas de atenção e alerta em alguns pontos no estado do Acre e situação de estiagem na bacia do rio Branco.

O Monitor de Secas indica que, na bacia do rio Paraguai, formadora do Pantanal, ainda há estiagem na porção sul da bacia hidrográfica. No rio Madeira, as vazões naturais em Porto Velho, em janeiro, permanecem baixas para o período, em 63% e 62% da média do mês em Jirau e Santo Antônio, respectivamente.

As vazões naturais nas usinas hidrelétricas Serra da Mesa e Tucuruí estão 15% e 61% abaixo da média para o mês, respectivamente. O armazenamento nos reservatórios do SIN aumentou de 55,1% para 57,3%. Os reservatórios da bacia do rio São Francisco operam em situação de atenção.

Os principais reservatórios da região Nordeste ficaram praticamente estáveis, atingindo volume equivalente de 41,2%, com 10 reservatórios regulados pela Agência Nacional de Águas (ANA) em situação crítica.


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